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MHA queda da AOLA lacônica da despedida da AOL do Brasil nos lembra a queda de Saigon (foto). Como naquela oportunidade, aliados e simpatizantes dos Estados Unidos eram convocados a queimar papéis e esvaziar "blog, disco virtual, álbum de fotos, calendário, páginas pessoais, turmas", entre outros. A gigante estadunidense está indo embora do Brasil, como um "invasor" que não se adaptou ao jeito brasileiro de compreender e fazer a Internet, preferindo modelos de grandes players baseados em prêmios, brindes, disquetes viciados e um linha de conteúdo elitista; e não os caminhos alternativos de conversação blogática. A AOL indica o Terra para seus ex-usuários. Vale a dica de quem está abandonando o front? Direito de blogarEFF Needs Your Support in the Fight for Bloggers' Rights! IBM shows del.icio.us for the enterprise, and more... dogear. Del.icio.us for inside the firewall. It's a research prototype now available throughout IBM. David Millen demos it and shows that the suggested autocompletions for tags include the number of other people using that tag, a way of quickly driving a folksonomy [although it also encourages the downside of folksonomies: conformity]. Within IBM, there are almost 17,000 bookmarks (generated in 2-3 months), with only 10% of them private. The tags retain an association with the person who made them. It shows people who have the same tags as you, deriving a social network from a semantic one. You can import bookmarks from del.icio.us. There are group bookmarks as well, something del.icio.us is working on adding. At IBM someone did a Firefox extension so that searches in the Firefox search box first do a query against dogear bookmarks and then does the search on your choice of engines. As a result, you get the high-quality tag-based results first. [I'd like that plugin: Show me del.icio.us tags and then Google results.] [If del.icio.us were interested in the enterprise market, it should be worried about this not-yet-product.] [Note: AT IBM's request, I have corrected "DogEar" to "dogear."] Informação CriativaDissemos que a Internet nos dá a oportunidade de escapar do peso imposto pela mídia de massa. De um para muitos. A dinâmica da Internet nos leva a outro modelo. Um a Um. De muitos para muitos. As pessoas querem ouvir, precisam escutar as vozes, um do outro, e responder da mesma forma. A propaganda perde o efeito da interrupção, pois o meio digital impossibilita uma difusão espontânea [Locke, Kasanoff, Siegel]. Não sou tão drástico para sepultar a propaganda, pois ela não está morta. Continua firme e forte, mas o gigantismo e a onipotência deste pensamento puramente especulativo está mudando de figura. Pois, na era industrial, a massificação do consumo abriu as portas para o crescimento da propaganda como conhecemos. A Internet abre espaço para estórias contadas com transparência, e com a sutileza da informação. Estamos cada vez mais cansados deste bombardeamento de marketing [Locke]. Preferimos a informação criativa, onde as empresas esquecem que precisam vender, e passam a informar seus mercados com material relevante [Dimantas]. Gonzo MarketingGonzo é uma técnica de jornalismo. Desenvolvida por Hunter S. Thompson . Se caracteriza por pautas improváveis e caóticas, retratando situações incomuns. O jornalista dispensa as pretensões à objetividade e escreve quase sempre em primeira pessoa, participando da cena. O sinônimo de Gonzo é idiossincrasia subjetiva, mas engajada. Talvez o objetivo do marketing seja persuadir as pessoas a ouvirem, assim como o da ficção é levar os leitores a esquecerem a descrença. Pensamento curioso. Mas se este é o ponto, marketing é a palavra errada para um tal programa. É por isso que Locke chama de gonzo marketing – chato, um conceito de fora para dentro, nada amigável, cheio de lendas e fábulas, mitos, sagas e ficções: estórias. Paradoxo da informaçãoA conversação na Internet é bem diferente daquela que se realiza ao vivo, olho no olho. Atualmente, por exemplo, milhares de pessoas, e dentre estas milhares de brasileiros, estão utilizando o blog como ferramenta de conversação e de informação descentralizada. Uma das conseqüências mais imediatas dessa conversação recai sobre o jornalismo. Dave Winer está apostando 1.000 dólares que em cinco anos o jornalismo amador dos weblogs vai informar melhor e ter mais influência que o mais comentado (se bobear até mais lido) jornal do planeta, o "New York Times". Seria uma bravata apenas, se o editor da edição online do próprio Times, Martin Nisenholtz, não tivesse aceitado o desafio e decidido inteirar mais 1.000 nesta contenda. |
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